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Love Never Lost, por Bears Barry Neil Kaufman

Yes, people are born; people die. Relationship begin; relationships end. But love is in us, not "out there" - the experience of love is the experience we create inside. We can either turn our love on or not. We can't "lose" it. Even if the object we chose to love is gone, we can still keep the flame of love alive. There is always someone or something we can love/at any time/anywhere. Others loving us is their experience but us loving them is ours. Therefore we're always in charge of our love -- nothing to lose.

As 4 Nobres Verdades

" Estas quatro verdades não são algo para se discutir. São algo para se praticar e realizar. A primeira verdade é o sofrimento (dukkha).(...). Todos sofremos de alguma maneira. Todos temos algum mal-estar no nosso corpo e na nossa mente. Nós temos de reconhecer a presença deste sofrimento e tocá-lo. A segunda verdade é a origem, raiz, natureza e criação do sofrimento. Depois de tocarmos o nosso sofrimento, nós precisamos de olhar profundamente para dentro dele para ver como é. Nós temos de reconhecer e identificar as comidas materiais e espirituais que ingerimos que estão a causar-nos sofrimento. A terceira verdade é a interrupção da criação do sofrimento deixando de fazer as coisas que nos fazem sofrer. Isto são boas notícias! O Buddha não negou a existência do sofrimento, mas ele também não negou a existência da alegria e felicidade. Se pensas que o Buddha diz "Tudo é sofrimento e não podemos fazer nada em relação a isso", isto é o oposto da mensagem de Buddha....
" Depois de cerca de 10 dias em Itália, a Depressão e a Solidão acabam por me encontrar. (...)  Mas quando páro e me apoio numa balaustrada para admirar o por-do-sal, acabo por pensar demais e os meus pensamentos tornam-se sombrios, e é então que as duas me encontram. Aproximam-se de mim, silenciosas e ameaçadoras, como detectives particulares, e cercam-me - a Depressão pela esquerda, a Solidão pela direita- Nem sequer precisam de me mostrar os seus distintivos. Eu conheço-as muito bem. Há anos que temos brincado ao gato e ao rato. Embora eu reconheça que estou surpreendida por encontrá-las neste elegante jardim italiano, ao entardecer. Elas não combinam com este lugar. Pergunto-lhes: Como me encontraram aqui? Quem vos disse que eu tinha vindo a Roma? A Depressão, sempre armada em espera diz: Como assim, não estás feliz por nos veres? "Vão embora" , digo-lhe. A Solidão, a mais sensível das duas, diz: Desculpa, mas eu talvez precise de seguir a tua sombra d...

Excertos que marcam

2 "A verdadeira bondade do homem só pode manifestar-se em toda a sua pureza e toda a sua liberdade com aqueles que não representam força nenhuma. O verdadeiro teste moral da humanidade (o teste mais radical, aquele que por se situar a um nível tão profundo nos escapa ao olhar) são as suas relações com quem se encontra à sua mercê: isto é, com os animais. E foi aí que se deu o maior fracasso do homem, o desaire fundamental que está na origem de todos os outros. (...) Ainda tenho nos olhos a imagem de Tereza sentada num tronco a afagar a cabeça de Karenine e a meditar no fracasso da humanidade. Ao mesmo tempo, aparece-me outra imagem: a de Nietzsche  a sair de um hotel em Turm. Vê um cocheiro a vergastar um cavalo. Chega-se ao pé do cavalo e, sob o olhar do cocheiro, abraça-se à sua cabeça e desata a chora. A cena passa.se em 1889 e Nietzsche, também ele, já se encontrava muito longe dos homens. (...) A sua loucura (e portanto o seu divórcio da humanidade) começa no inst...

José Saramago, A Jangada de Pedra

"...portanto nada mais natural que terem-se logo abraçado José Anaiço e Joana Carda como se há um ano estivessem separados e padecessem de saudades desde o primeiro dia. Beijaram-se em ânsia, sôfregos, não foi um relâmpago mas uma sucessão deles, as palavras foram menos, é difícil falar num beijo, mas enfim passados minutos, puderam ouvir-se, Gosto de ti, creio que te amo, disse José Anaiço honestamente, Também eu gosto de ti, e também creio que te amo, por isso te beijei ontem, não, não é bem assim, não te teria beijado se não sentisse que te amava, mas posso amar-te muito mais, Nada sabes de mim, Se uma pessoa para gostar da outra, estivesse à espera de conhecê-la, não lhe chegaria a vida toda, Duvidas que duas pessoas possam conhecer-se, E tu, acreditas, É a ti que pergunto, Primeiro diz-me o que é conhecer, Não tenho aqui um dicionário, Neste caso, ir ao dicionário é ficar a saber o que já se sabia antes, Os dicionários só dizem o que pode servir a todos, Repito a pergunta,...

Circo de feras

A vida vai torta Jamais se endireita O azar persegue Esconde-se à espreita Nunca dei um passo Que fosse o correcto Eu nunca fiz nada Que batesse certo Enquanto esperavas no fundo da rua Pensava em ti e em que sorte era a tua Quero-te tanto...!(quero-te tanto) Quero-te tanto...!(quero-te tanto) De modo que a vida É um circo de feras E uns entre tantos São as minhas feras Nunca dei um passo Que fosse o correcto Eu nunca fiz nada Que batesse certo Enquanto esperavas no fundo da rua Pensava em ti e em que sorte era a tua Quero-te tanto...!(quero-te tanto) Quero-te tanto...!(quero-te tanto) Xutos e Pontapés

A caixa de beijinhos

Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menia a embrulhar uma caixinha com aquele papel dourado e a colocá-lo debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse: "Isto é para ti, Papá!" Ele sentiu-se envergonhado da sua reacção furiosa, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou e disse: "Tu não sabes que, quando se dá um presente a alguém, se coloca alguma coisa dentro da caixa?" A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos e disse: "Oh, Papá, não está vazia. Eu soprei beijos para dentro da caixa. Todos para ti, Papá." O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste,...

amor e liberdade (por Duplà)

«Gesto supremo del amor es el don de la vida, que es también el acto supremo de la libertad. No hay auténtico amor que no sea libre. Refiriéndose a esta libertad madura, san Agustín formuló el célebre dicho: ama et fac quod vis.» LIBERTAD Y AMOR El significado de la libertad aparece con mayor claridad en relación con el amor. El acto supremo de la libertad es el amor, y no se puede hablar de auténtico amor si éste no es libre. De hecho, no hay amor sin libertad. El hombre no puede realizarse plenamente si no es en el don de la comunión. El amor es, por lo tanto, el contenido fundamental de la libertad. Libertad y amor no son etapas sucesivas de un proceso, porque son inseparables. La libertad comienza allí donde comienza el amor, y el amor donde comienza la libertad. No se puede pensar que el hombre libre deba elegir entre amor e egoísmo: el hombre que no ha escogido el amor no es libre; y quien escoge el egoísmo no es libre; el hombre que decide hacer aquello que quiere, e...

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, define com perfil e ser este fulgor baço da terra que é Portugal a entristecer – brilho sem luz e sem arder, como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quere. Ninguém conhece que alma tem, nem o que é mal nem o que é bem. (Que ância distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Fernando Pessoa

A Idade de Ser Feliz

"Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa." Mário Quintana Gosto de me sentir assim, sentir que atinji a tranquilidade e que nada pode destruir aquilo que conquistei ...