Avançar para o conteúdo principal

O doce desejo da Igualdade

O mundo é como uma caixa de chocolates sortidos. Perdoem-me o pouco de cliché.
Efectivamente, numa dessas caixas de bombons, encontramos vários sabores, várias cores, várias formas. Tal como no nosso mundo encontramos diferentes raças, culturas e povos.
Deste modo, comer um chocolate e saboreá-lo é como conhecer uma pessoa, qualquer que seja, não importa raça, sexo, religião ou cor. É conhecer-lhe as origens, a vida, de onde veio; é conhecer a sua essência. E é aceitá-la assim como ela é. Pois, também os chocolates, por vezes têm certos ingredientes que não nos agradam tanto; sejam nozes, amêndoas, licores, frutos ou especiarias. E não podemos rejeitá-los assim. Devemos prová-los e aceitá-los com tudo o que têm para nos oferecer. Tal como uma pessoa pode ter características que não gostamos tanto, mas não será por isso que deixaremos de a respeitar. Pelo contrário, as diferenças entre uns e outros são sinal de riqueza. E riqueza maior se soubermos viver em harmonia em conjunto.
Em suma, devemos aceitar a diversidade de culturas, assim como aceitamos e adoramos o doce sabor de um chocolate. Humm… Consigo até já imaginar um mundo de igualdade, menos amargo e cheio de paz.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

a vontade

Às vezes, vem a vontade a vontade de te ver sempre de estar contigo sempre de esquecer que tudo o resto existe e aí, venho embora, e procuro voltar a mim prefiro ter essa vontade aguentá-la,  diluí-la no tempo esticá-la,  fazendo-a durar, do que acabar com ela logo de uma só vez rapidamente, sem pensar e quase sem sentir então escrevo penso, pinto,  sonho,  grito, abraço essa vontade e trago-a comigo lá no fundo do peito como companhia E quando te volto a ver deixo-a sair para a sentir de novo e deixar que me invada e me faça feliz por te ver por te ter por estar contigo  e sentir novamente aquela vontade louca sem sentido de esquecer tudo o resto e sou só ali contigo eu e a vontade e todos os outros sentimentos e sensações e tudo e tudo. Para depois voltar a mim para que possa voltar para ti sem me esquecer de quem sou e de quem tu és independentes um do outro.
No meio da confusão, às vezes, o universo tem a sua forma de nos desafiar e de nos fazer parar. Perco-me entre a procura de pessoas, vivências, experiências e tudo o que possa haver para fazer, encontrar e visitar. Quando, na verdade, preciso de olhar para dentro, respirar e procurar em mim um lugar de calma e felicidade.  Então, lá vem a magia de estar prestes a partir numa mini viagem sozinha, algo que nunca antes fiz. E, talvez fosse demorar demasiado tempo a fazê-lo, porque partilhar me parece sempre mais interessante do que guardar só para mim. E porque apesar de parecer excitante a ideia de ir sem ninguém, ter alguém parece dar uma segurança e conforto extra.  Mas se as viagens são como a vida, então isto faz sentido. Vai sozinha, segue o teu caminho. As pessoas, entretanto, aparecem, se assim quiseres... e desaparecem também. Se sou capaz de seguir pela vida sem a necessidade de ter alguém, então sou capaz de partir também nesta viagem, sozinha, com muita confianç...
Surgiu naturalmente e agora parece-me a forma mais incrível e sincera de gostar. Pensa no quão bom é, teres uma pessoa ao teu lado que te permite explorares tudo aquilo que és, seja com essa pessoa ou com outra. Seja sexualmente, emocionalmente ou intelectualmente, ou de qualquer outra forma que aprecies e desejes. Imagina o quão libertador seria, poderes agir sobre aquilo que sentes, sem medo de magoar a outra pessoa ou de a perder? Pelo contrário, sabendo que ao fazeres isso, podes até estar a contribuir para o aprofundamento da ligação que ambas têm, para o aprofundamento do que conhecem uma da outra e do que conheces ti próprio/a. Não. Uma relação aberta, não é uma relação onde ambas as partes traem e isso é aceite. É uma relação onde todas as partes envolvidas se respeitam e aceitam, e onde a comunicação e sinceridade são peças essenciais. Uma relação que te obrigada a explorar e a falar do que sentes e pensas, com abertura. E aprendes a ouvir e a aceitar também.  Deixas...