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Quando o amor.

Quando o amor é o que te move, tudo se torna mais leve e simples.
O amor não tem de ser o bicho de sete cabeças, causador de mil sofrimentos, como tantas vezes se canta por aí. O amor tem tudo para ser bom, bonito e espalhado pelo mundo. Nós é que temos a mania de o complicar, de dizer que é difícil, que por vezes magoa e, tantas vezes, de o guardar para nós sem o partilharmos com ninguém, sem o partilharmos muitas vezes com aqueles que são o objeto do nosso amor.
Aí é o medo que nos move e nos faz encolher e sentir pequeninos, tantas vezes. Pensamos que é amor e que é o amor que nos faz sentir assim, mas não. É o medo. E os medos existem para ser enfrentados e ultrapassados, para serem extinguidos.

Quando deixamos que o amor nos mova, tornamo-nos mais puros e genuínos. Porque aceitamos o que e quem nos rodeia. Porque vemos em tudo e em todos razões para amar e sorrir. Vemos em tudo e em todos uma beleza diferente, mesmo quando nem tudo corre como queremos. Mas quando deixamos que amor nos mova, sem medos, conseguimos sempre ver um lado positivo em tudo. Quando mais não seja o facto de sentirmos esse amor.

Para mim, o prazer da vida já não está em ser amado - apesar de gostar de ser amada, é uma sensação maravilhosa. 
Para mim, o prazer da vida está em sentir amor. Amar oferece-me uma sensação de liberdade e plenitude que não encontro de outra forma. Amar faz-me feliz e traz-me, por vezes, um pequeno travo a saudade e melancolia, que muitos crêem ser triste, mas que a mim me apaixona. Faz-me sentir viva.
É isso, amar faz-me sentir viva e não devemos viver a vida sem nos sentirmos assim.


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