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A mostrar mensagens de Setembro, 2009
Cansa-te. Esquece o mundo. Ocupa a mente.
Faz tudo o que for preciso para manter a mente distraída.
Faço de tudo para chegar ao fim do dia exausta. É melhor assim, nem tenho tempo para pensar. Entre aulas, treinos e mais duas ou três coisas que invento para fazer, chego a casa e só quero dormir. Pelo menos quando me deito nenhumas lembranças me vêm à cabeça, porque o meu cérebro nem consegue pensar.
E vou indo e sou feliz. Estou com quem gosto quando quero. Os meus amigos não me faltam. Novas vidas, novos rumos.

E vou continuar até me estourar ou até não ter mais nada para esquecer.

O meu mundo.

Não, não. O meu mundo não gira à volta de ninguém. Já girou e já deu muito que fazer. Ja girou a volta de quem merecia o mundo e de quem não tinha valor nenhum. O meu mundo já teve no seu centro pessoas das quais gostei muito e talvez ainda goste. Porém, o mundo é meu e eu decidi que ele devia parar de girar dessa maneira. E, nem sei se ele gira por mim sequer.
Acredito mais que gire por este simples momento.
Vou onde a rua me levar. Não tenho caminho certo ou já traçado. Vou por ai a percorrer esse trilho que ninguém pisou e descobrindo novas rotas. Não me afasto, nem me aproximo, mas não fico parada, estagnada. E vou andando até chegar ao local onde sei que sentirei bem. Continuarei até alcançar o meu objectivo, continuarei até me sentir plena, até me sentir bem, até sorrir sempre, até alcançar a tranquilidade e até conhecer finalmente e de vez a calma e a felicidade. Sou feliz, mas quero mais.
Quero ficar e quero partir. Não sei qual será o meu próximo passo, embora saiba que o irei dar.
Também não interessa. O que sei é que neste momento olho o rio e ele continua a passar.

De malas feitas

De chegada e de partida ao mesmo tempo. Porque a vida não pára e para é morrer, como já ouvi dizer. Começo a acreditar nisso; sei que enquanto mantenho a mente ocupada não penso em coisas que não me são úteis de momento. A vida não pára, não espera, não tem paciência. E assim temos de seguir com ela, ao mesmo tempo, sempre a andar.
As oportunidades surgem, temos de aproveitá-las. Às vezes fugir também é preciso.
E, com umas coisitas na mala, aqui vou eu. Mas não vou desaparecer.