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A mostrar mensagens de Março, 2013

Again.

You're an unfinished story and now that I heard about you again, it's killing me.
I was young and untill today I don't really know what happen, I don't know what kind of game you played with me, but somehow I felt hurt and somehow you're not as insignificant for me as I thought you were. I really don't like it. I wish you didnt affect me and I don't know why you do. I guess... I'm just guessing that untill today I don't know if you were honest with me or if you fooled me, you know? I've no idea. Cause you play (or played) mind games and I don't know which parts of your speech were true or not. 
For all these years I choose to believe that you really felt something for me, cause it made me feel better about everything we've been through. But now, now that I know that probably you'll be back with her, everything is broken and all that I believed makes no sense.
I can't imagine you with her, I can't imagined we having a drink toget…

Não gosto e pronto.

Pronto. Não gosto quando as relações chegam ao fim e e difícil manter a amizade. Não gosto, porque lá porque a relação não resultou não quer dizer que não haja carinho mútuo e que ambas as partes não queiram o melhor uma para a outra. Mas quando uma das partes ainda está apaixonada e com esperanças e a sonhar com o que poderá vir a acontecer um dia, a coisa fica complicada. E eu não gosto. Não gosto de ter o papel de fria e insensível, não gosto de ter de dizer verdades duras a quem me quer dar amor, não gosto. Mas não gosto porque continuo a acreditar que tenho o poder de magoar as pessoas, quando na verdade as próprias pessoas é que têm esse poder e decidem se algo as vai afetar ou não. E eu às vezes esqueço-me disso. Pronto. E esqueço-me que eu também posso escolher se deixo que tudo isso me afete ou não. Pois. Ando muito esquecida. Mas mesmo assim não gosto. Não quero uma relação amorosa, queria uma amizade. Mas parece que está a tornar-se díficil ter esta depois de ter rejeitado …

Encontrei-me.

Confesso, às vezes, perco-me.
Não sei se tem alguma coisa a ver com o curso em que estou, mas acreditem, às vezes, sinto-me um pouco louca, sinto que nunca vou conseguir ser boa psicóloga, porque para tal tenho que resolver os meus prórpios problemas primeiro. Mas isso, são questões para outro texto.

Às vezes perco-me e, digo isto, porque, se me sentar com calma e pensar um pouco, percebo que tenho tudo -sim, tudo!- para ser feliz. Por isso digo que às vezes me perco, porque perco o foco, centro-me em coisas que não são essenciais e a felicidade parece fugir-me das mãos. Acho que é por isso que às vezes as pessoas se sentem infelizes: não estão focadas, não estão a ver a imagem toda, e começam a stressar com alguns detalhes da pintura. Pelo menos acho que é o que se passa comigo.

Mas quando me concentro e penso na minha vida com calma, sinto-me rica. Acho que houve algumas experiências que me ajudaram a ter cada vez mais esta visão (ex: o voluntariado no Option Institute, onde conheci pe…