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Thank you.

I didn't know then, but I do know now that I have to thank you. For coming into my life. For smiling when I looked at you across the bar and then follow me. Thank you for kind of accept my messy stuff to come into your life and allow me to feel everything but me, for a few moments, while kissing you. And for all the other times we were together and almost didn't talk, just smiled and kissed. It did feel shallow for a couple of times. Anyway I understand now that you were not trying to shut me out from your life. That was just it. That was what I needed. To forget myself, my life, feel something different, feel something better. You allowed that without asking for nothing in return. Thank you. I does feel like everything has a purpose and I can see clearly why you appeared and your role and importance in my life. I apologize for following the wrong ideas and judgements that came in to my head and that I made about you, even if I didn't tell you. Only now can I apologize and thank you for everything in the most sincere and honest way. The way you deserve.
And, even if you never come to know this, I feel great love for you, the kind of love that makes me wish you the best and that is constantly sending you good energies. It's a great thing to feel this, thank you.
Imagem retirada de weheartit.com

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Tu que és psicóloga...

"Tu que és psicóloga..."
É o início de uma frase que me irrita bastante e que normalmente, na minha experiência, antecede um conjunto de disparates que as pessoas acham, que eu que sou "psicóloga" "sei" que obviamente são a verdade mais correta e óbvia deste mundo.

"Tu que és psicóloga sabes que as crianças com pais separados são assim..."
"Tu que és psicóloga sabes que quem fuma erva acaba sempre por experimentar e passar para coisas mais graves"
"Tu que és psicóloga sabes que se um pai é assim o filho também vai ser, não há por onde fugir"
"Tu que és psicóloga sabes que as crianças mais quietas e sossegadas normalmente crescem com problemas"
"Tu que és psicóloga sabes que as crianças irrequietas depois acabam por ter mau aproveitamento, problemas na escolas e comportamentos de risco"
"Tu que és psicóloga, dá-me lá a tua opinião sobre o meu filho/a minha amiga/o meu pai/o meu patrão/etc.."

São só alguns…

#paciênciadevegetariano

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- eu também já fui vegetariana por um mês.
- eu já tentei, mas tenho anemia crónica.
- não sei como consegues, eu não passo sem um bom bife! Ai que maravilha!
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Decidi desistir da frustração e passar a focar-me no que de bom tem a minha realidade. Há aspetos da vida aos quais, às vezes, damos demasiada importância, ignorando o que nos corre bem. Alguns verão esta minha atitude como pessimista ou conformista, talvez seja. Mas eu não desisti de procurar emprego na minha área, desisti sim de me sentir frustrada e desanimada, dia após dia. Para os empregadores que andam por aí, continuo 100% motivada para ser psicóloga! Mas a minha felicidade não pode depender de ter trabalho na minha área e, portanto a vida tem de andar para a frente. E, no meio de envio de currículos para os mais variados locais, dentro e fora da minha área de residência, dedico-me a tentar ser cada vez melhor nas minhas funções enquanto profissional, no trabalho temporário que entretanto encontrei, e como voluntária. Porque a vida é agora, é o hoje e hoje eu trabalho neste local e sou voluntária desta associação, e ambos merecem a minha dedicação e respeito, ambos merecem que se…